terça-feira, 29 de julho de 2008

7 dias sem o Bindi


Completa hoje exatamente uma semana que o mestre e amigo Luiz Fernando Bindi resolveu nos deixar. Ele que veio a falecer de um infarto fuminante no seu escritório, em São Paulo na tarde da terça-feira dia 22 aos 35 anos.

Bindi era geográfo e jornalista. Comentava futebol na rádio 105 FM, mantinha um site com a história de escudos de times de futebol, lançou em setembro de 2007 seu livro "Futebol é uma caixinha de surpresas", escrevia para revista Trivela e blogs de Milton Neves, Vitor Birner, Mauro Beting, e ainda fazia participações especias no programa de rádio "Fanáticos por futebol" da Bandeirantes e do programa de TV Beting&Beting no canal Bandsports.

Bindão como era cariosamente chamado pelos amigos, deixa esposa e sua cadelinha Belinha, que para ele era como se fosse uma filha, e todo um legado de fãs que o admiravam muito por sua inteligência fora do normal, e da educação e paciência para com todos.

Como disse Mauro Beting "ele foi um presente para todos que o conheceram". Bindi se foi mas será sempre eterno. Descance em paz meu amigo, e leve contigo meu beijo e abraço.

foto: Blog do Torvano

6 comentários:

João Vitor disse...

Muito bom o texto,ele faz muita falta,não tem como esquecê-lo!!!

Tiago Araújo disse...

Parabens paty.

Justa homenagem a um grande profissional.

Renato Cordoni disse...

Uma homenagem digna de um grandehomem e excelente jornalista. Parabéns Patricia pelo texto.

Descanse em paz Bindi!

jessi disse...

Realmente o nosso KeridoO Bindão vai fazer muita falta .. era uma pessoa educadissima, e inteligente... e vai nos deixar lembranças bOas ...

O texto esta muitooO bom ...
DesejoO lhe tudooo de boom e um aexcelente carreira de jornalista .. quem sabe um dia a gent naum se encontra e vira amigas de profissão rsrs ..

BeeeijOs
te adoroooO

torvano disse...

descobri sem querer o blog,
saudade do Bindão,
Obrigado por darem crédito à foto.

O Bindão, que era um gênio, olhando o gramado onde outro gênio brilhava.

marcio roberto torvano

Anônimo disse...

Belo texto, bela lembrança, Pat. Abrs